A alimentação do futuro

A alimentação do futuro

  • Lucas Alvarenga
  • Lucas Alvarenga

A carne é a maior vilã das mudanças climáticas e grande responsável pela fome mundial: a pecuária emite 40% mais gases de efeito estufa que todos os meios de transporte e, no Brasil, consome mais de 78% de toda produção de grãos. Diversos órgãos relacionados ao abastecimento e meio ambiente vêm alertando para o fato de que a única forma de alimentar de forma sustentável uma população mundial cada vez maior é com uma dieta à base de vegetais. E mesmo assim muitas pessoas ainda optam pelo consumo de carnes… porque gostam de comer carne.

Para essas pessoas que ainda não colocam em primeiro plano a questão ambiental e toda a crueldade envolvida na produção de proteína animal, a tecnologia vem trazendo soluções para um futuro melhor. A carne vegetal é um delas, e seu conceito é simples: mesmo gosto e textura da carne, mas feita exclusivamente de vegetais. Já a “carne limpa”, do inglês clean meat, é carne animal produzida a partir de cultivo celular, que permite obter a mesma composição, gosto e textura, porém sem envolver o abate e sofrimento de nenhum animal.

As novas tecnologias de alimentos têm potencial para salvar o planeta de um colapso ambiental e contribuir para a erradicação da fome mundial e da exploração animal. O The Good Food Institute, ONG irmã da MFA, está investindo tudo em tecnologias de ponta para produzir alimentos éticos e sustentáveis, eliminando totalmente dos nossos pratos quaisquer ingredientes que dependam de crueldade contra animais ao substituí-los por alternativas de alta qualidade e baixo custo.

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